Energia elétrica foi o item que teve maior alta e impacto na inflação de julho, segundo o IBGE

Não adianta o que você faça para economizar, a conta de energia tem pesado e muito no seu bolso. Essa é a realidade de muitos brasileiros que estão sofrendo diretamente com o impacto da bandeira tarifária vermelha 2 aplicada nas contas de energia pelo terceiro mês consecutivo.

De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a continuidade da bandeira vermelha é consequência das condições hidrológicas negativas e também ao baixo nível de armazenamento de fundamentais reservatórios do Sistema Interligado Nacional (SIN).

Inflação x Conta de Energia

Dados apresentados pelo IBGE no dia 8 de agosto, revelaram que a taxa de inflação em julho foi menor relacionada com a do mês anterior, mas em contrapartida um dos itens mais importantes que é a energia elétrica, foi a responsável por mais da metade da inflação com 0,20 ponto percentual.

Com a seca em grande parte do país, os reservatórios das usinas hidrelétricas sofrem com o baixo índice de chuvas, as contas de energia seguem firme com a bandeira vermelha e o custo de R$ 5 a cada 100 kWh (quilowatts-hora) consumidos. Além da permanência da bandeira vermelha, a seca, o custo maior das termoelétricas e houve reajuste das tarifas em Brasília, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre.

As previsões para que as taxas abaixem não são otimistas, por isso é necessário buscar alternativas, como por exemplo a instalação de um sistema fotovoltaico em que a energia é produzida a partir da luz solar.

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